Conheça o pulmão do mundo, sua floresta, rios, fauna, flora e os povos que a habitam.
Escolha seu estilo de viagem e mergulhe na Amazônia
Trilhas, avistamento, preservação
Explore trilhas ancestrais, faça avistamento de aves ao amanhecer e conheça projetos de preservação que salvam a floresta.
Kitesurf, canoagem, rapel
Do kitesurf nas praias cristalinas do Tapajós à canoagem nos igapós e rapel em cachoeiras remotas.
Culinária amazônica e indígena
Sabores únicos da Amazônia: tucupi, tacacá, pirarucu, açaí na tigela, jambu e as receitas ancestrais dos povos originários.
Círio, Boi Bumbá, festivais
Vivência autêntica nas festas mais exuberantes do Brasil — Festival de Parintins, Círio de Nazaré e as festas juninas nordestinas.
Pesquisa, flora, fauna
Acompanhe pesquisadores em campo, visite estações ecológicas e participe de expedições científicas reais na floresta.
Banhos, floresta, meditação
Retiros em meio à floresta, banhos de rio em cachoeiras, medicina tradicional indígena e reconexão com a natureza.
SÓ AQUI
Quando o sol cede ao horizonte no Rio Negro, algo impossível acontece: um rio de água escura transforma-se em ouro líquido.
A superfície acende em tons de âmbar, cobre e vermelho vivo, como se a Amazônia inteira respirasse fundo antes de dormir. O silêncio não é ausência de som. É canto distante, vento entre as copas, o leve bater d’água no casco da embarcação.
Não existe filtro que prepare você para esse momento.
É o tipo de beleza que para o pensamento e te lembra o quanto o mundo é maior do que tudo que você já viu.
A Amazônia não se visita. Ela te recebe.
A Amazônia tem gosto. E ele fica.
Tucupi fermentado, açaí colhido antes do amanhecer, tacacá em cuia com jambu adormecendo a língua.
A gastronomia amazônica é uma das mais complexas e menos conhecidas do mundo, feita de ingredientes únicos, técnicas centenárias e uma relação com o alimento que é, antes de tudo, espiritual.
Acesse esse universo com cuidado e intenção. Não como espectador, mas como alguém que foi convidado a sentar à mesa.
Descubra os sabores que a floresta reserva para quem chega.
As grutas de Presidente Figueiredo não aparecem no caminho elas pedem que você vá até elas.
Formadas ao longo de milhões de anos, essas cavernas de pedra e silêncio abrigam rios subterrâneos, estalactites que pingam no escuro e uma atmosfera que não existe em nenhum outro lugar da Amazônia.
Entrar em uma gruta aqui é desacelerar de um jeito que a superfície não permite.
O barulho some. A luz muda. E a floresta, que já era densa lá fora, revela que tem ainda mais profundidade do que parecia.
Algumas experiências não estão na paisagem. Estão no que ela esconde.
A floresta não se observa. Ela se atravessa.
Caminhar por uma trilha na Amazônia é entrar em um organismo vivo.
O chão que cede sob os pés, a sombra que muda de cor conforme a copa se fecha, os sons que você aprende a ouvir antes de ver.
Cada passo revela algo que nenhuma fotografia consegue guardar.
No arvorismo, a perspectiva muda de direção: você sobe. Entre cipós e galhos centenários, a copa da floresta aquele mundo paralelo que existe a trinta metros do chão se abre como um segundo planeta.
Daqui de cima, a Amazônia tem outra escala. E você entende, de vez, o tamanho do que está protegendo você.
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