Uma experiência unicamente amazônica espera por você
A Floresta Amazônica é o maior bioma tropical do planeta, cobrindo cerca de 5,5 milhões de km² em 9 países da América do Sul. No Brasil, a Amazônia Legal abrange 9 estados e representa mais de 60% do território nacional.
Com uma biodiversidade incomparável, a floresta abriga mais de 40.000 espécies de plantas, 1.300 espécies de pássaros, 3.000 tipos de peixes e incontáveis insetos e mamíferos, muitos ainda desconhecidos pela ciência.
Considerada o “pulmão do mundo”, a Amazônia contribui com cerca de 6 a 9% do oxigênio do planeta e regula o ciclo hidrológico de toda a América do Sul através dos chamados “rios voadores”, fluxos de vapor d’água oriundos da evapotranspiração que levam umidade para chuvas em regiões distantes.
Espécies de plantas
Espécies de peixes
A Amazônia possui a maior rede hidrográfica do mundo, com mais de 1.100 afluentes do Rio Amazonas.
6.900 km
O rio Amazonas é o maior rio do mundo em volume de água e extensão (aprox. 6,900 km e 1.100 afluentes), nascendo nos Andes peruanos e atravessando o Brasil, Peru e Colômbia até desaguar no Atlântico. Ele drena a maior bacia hidrográfica do planeta, sendo responsável por cerca de da água doce fluvial que chega aos oceanos.
2.500 km
O Rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas e o maior rio de água preta do mundo, nascendo na Colômbia e desaguando em Manaus. Reconhecido por suas águas escuras e ácidas, o rio forma o famoso “Encontro das Águas” com o Rio Solimões. É uma região de altíssima biodiversidade e fundamental para comunidades indígenas.
1.784 km
O rio Tapajós é um rio que nasce no estado do Mato Grosso, banha parte do estado do Pará e desagua no encontro com o rio Amazonas, em frente à cidade de Santarém a cerca de 695 quilômetros de Belém. O nome Tapajós é originário de um grupo indígena que vivia a beira do rio. Tem praias fluviais cristalinas em Alter do Chão, o “Caribe Amazônico”.
1.700 km
O rio Solimões é o trecho superior do rio Amazonas no Brasil, estendendo-se por cerca de 1.600 a 1.700 km desde a fronteira com o Peru (Tabatinga) até o Encontro das Águas em Manaus, onde se une ao rio Negro. Caracteriza-se por águas barrentas, ricas em sedimentos andinos, grande volume e correnteza rápida.
2.000 km
O Rio Xingu é um importante afluente da margem direita do rio Amazonas, com cerca de 1.870 km a 2.000 km a de extensão, atravessando os estados de Mato Grosso e Pará. Nasce na região do Cerrado/Mato Grosso e percorre a Amazônia, sendo fundamental para povos indígenas (incluindo o Parque Indígena do Xingu) e abrigando a UHE Belo Monte.
2.600 km
O Rio Tocantins é um importante curso d’água brasileiro, com cerca de 2.400 km a 2.600 km de extensão, nascendo em Goiás (Serra Dourada) e desaguando na Baía de Marajó, no Pará. Atravessa os estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará, sendo fundamental para o transporte, energia e economia regional, destacando-se o encontro com o rio Araguaia.
Espécies incríveis que só existem na Amazônia
A onça-pintada (Panthera onca) da Amazônia é o maior felino das Américas, um predador topo de cadeia crucial para o equilíbrio ecológico. Destaca-se por ser excelente nadadora e escaladora, com hábitos solitários e crepusculares, habitando áreas florestais densas e de várzea. É considerada um símbolo espiritual e de força na região.
A arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), também encontrada na Amazônia (especialmente no Pará e norte do Mato Grosso), é a maior espécie de psitacídeo do mundo, com até 1 metro de comprimento e plumagem azul vibrante. Monogâmicas, vivem em pares e bandos, alimentando-se principalmente de castanhas de palmeiras, sendo consideradas vulneráveis devido ao tráfico e perda de habitat.
A borboleta Morpho, famosa por sua cor azul metálico vibrante e envergadura de até 20 cm, é uma habitante icônica das florestas primárias da Amazônia. Elas são bioindicadoras de ambientes saudáveis e preservados, com asas que utilizam cor estrutural, e não pigmento, para refratar a luz e criar o tom azul, especialmente nos machos.
O jacaré-açu (Melanosuchus niger), ou jacaré-preto, é o maior predador da Amazônia e o maior crocodiliano da América do Sul, podendo ultrapassar 5 metros de comprimento e pesar cerca de 500 kg. Habitante de rios e lagos amazônicos, ocupa o topo da cadeia alimentar, alimentando-se de peixes e mamíferos.
A vitória-régia (Victoria amazonica) é uma das maiores plantas aquáticas do mundo, símbolo da flora amazônica com folhas circulares que atingem até 2,5 metros de diâmetro. Nativa da região, ela flutua graças a nervuras inferiores e floresce à noite (janeiro/fevereiro), mudando de cor branca para rosada em 48 horas, sendo central na cultura e lendas locais.
O uacari-branco (Cacajao calvus) é um primata fascinante da Amazônia, notável pela sua careca e rosto vermelho vibrante, que indica sua saúde. Endêmico das florestas de várzea (inundadas) do Médio Solimões, é encontrado principalmente na Reserva Mamirauá, no Amazonas. Possui cauda curta, é ágil no alto das árvores e se alimenta de sementes duras.
O pirarucu (Arapaima gigas), conhecido como "gigante da Amazônia" ou "bacalhau da Amazônia", é um dos maiores peixes de escamas de água doce do mundo, podendo ultrapassar 3 metros e 200 kg. Nativo da bacia amazônica, sua carne é altamente valorizada, e seu manejo sustentável tornou-se um símbolo de bioeconomia e conservação na região.
A orquídea "Chuva-de-ouro" refere-se geralmente a espécies do gênero Oncidium, conhecidas por suas pequenas flores amarelas intensas em hastes longas. Embora muitas variedades comerciais de Oncidium sejam híbridos, espécies nativas deste gênero ocorrem por toda a América do Sul, incluindo áreas da Amazônia.
Os povos originários da Amazônia compõem uma imensa diversidade sociocultural, com mais de 300 etnias e cerca de 240 línguas vivas, habitando a região há milhares de anos. Eles são guardiões da floresta, fundamentais para a conservação da biodiversidade, e vivem em coletividade com modos de vida baseados na caça, pesca e agricultura.
Povos como os Yanomami, Kayapó, Ticuna, Sateré-Mawé e Munduruku guardam sabedorias ancestrais sobre medicina natural, agricultura sustentável e convivência com a floresta que a ciência moderna só agora começa a compreender.
Suas lendas, como a da Iara, do Curupira, da Boitatá e do Mapinguari, são parte do rico imaginário cultural amazônico que encanta visitantes de todo o mundo.
A sereia das águas que encanta
pescadores com seu canto irresistível.
Guardião da floresta com pés virados para trás, protege os animais.
A cobra de fogo que protege a floresta de incêndios criminosos.
O gigante pré-histórico que ainda vive nas profundezas da mata.
Quente e úmido o ano todo, com duas estações bem definidas que criam paisagens
completamente diferentes.
Junho — Novembro
Dezembro — Maio
O Rio Amazonas descarrega 20% de toda a água doce que vai para os oceanos do planeta.
A evaporação da floresta gera enormes massas de vapor que “viajam” como rios aéreos, influenciando chuvas em todo o Brasil.
A Amazônia abriga mais de 100 grupos indígenas isolados, que nunca tiveram contato com a civilização ocidental.
A bacia amazônica tem mais espécies de peixe do que o Oceano Atlântico inteiro.
25% dos medicamentos modernos têm origem em plantas amazônicas. Estima-se que 99% das plantas ainda não foram estudadas.
A Amazônia brasileira é maior que a Europa Ocidental. Cabem dentro dela países como França, Espanha, Alemanha, Itália e Portugal juntos.
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